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Xamã: Um símbolo de esperança para a fauna silvestre brasileira

Xamã: No rastro da onça

A
emocionante
jornada de Xamã

Conheça a incrível história de resgate, reabilitação e reintrodução de Xamã! Assista ao documentário “Xamã – No Rastro da Onça” e veja como a recuperação desse filhote órfão de onça-pintada representa um marco na proteção da vida silvestre.

Assista agora:

A trajetória de Xamã é um lembrete poderoso da urgência de proteger a vida silvestre e preservar os biomas brasileiros. A cada ano, incêndios — muitos provocados pela expansão do agronegócio — destroem habitats inteiros, exterminando gerações de animais.

Xamã quase foi uma dessas vítimas. Com apenas dois meses, foi encontrado sozinho e acuado em uma fazenda próxima a um devastador incêndio florestal no Mato Grosso. Na fuga desesperada do fogo, possivelmente se afastou da mãe, ficando desnutrido e sem forças. Mas sua história não terminaria ali — graças a pessoas como você. Resgatado a tempo, ele percorreu 500 quilômetros até um refúgio no Pará. Em uma área protegida de 15 mil m² de floresta amazônica, recuperou sua essência selvagem. Assim que se escondeu entre as árvores, ficou claro: a natureza ainda o esperava.

Guiado por biólogos, Xamã aprendeu o que o fogo e a separação precoce de sua mãe tentaram lhe roubar: caçar, se defender, conquistar seu território. Agora, encara seu maior desafio — viver livre, forte e pronto para escrever seu próprio destino.

Agora você pode conhecer essa história de perto. Assista ao documentário e junte-se à luta pela proteção da vida silvestre!

Você pode fazer a diferença!

97% das áreas desmatadas no Brasil são destinadas ao agronegócio. Essa destruição não é um acidente — é uma escolha.

Mas podemos escolher diferente. Assine o Manifesto pela Vida Silvestre e faça parte dessa luta para proteger onças como Xamã. Com sua assinatura, você ajuda a exigir ações urgentes contra a destruição das florestas e o massacre silencioso da fauna brasileira.

O momento de agir é agora. Assine e lute pela vida silvestre antes que seja tarde demais.

Assine o manifesto

e ajude a proteger os habitats naturais de animais como o Xamã!

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Manifesto “Em defesa da Vida Silvestre”

“Defaunação, não! Refaunação, já!”

Este é um pedido para colocarmos fim à defaunação no Brasil.


Pedimos licença para falar pelos animais silvestres e expor o conjunto de ameaças que acontece dentro de seus habitats naturais.

Elas são muitas e chegam por todos os lados. A partir do momento que os humanos invadem áreas naturais e modificam os ecossistemas, devem se responsabilizar pelos impactos que trazem aos seus habitantes.

O desmatamento é a principal causa da perda de habitats no Brasil. Por meio dele não perdemos só árvores, mas destruímos também o lar e a vida de inúmeros animais. 

Neste momento, está acontecendo uma enorme perda de áreas naturais habitáveis em todos os biomas brasileiros, em especial na Amazônia e no Cerrado – que concentraram 85% do desmatamento do país nos últimos cinco anos, segundo dados do Mapbiomas.

E tem mais: 97% de toda essa área desmatada foi para uso da agropecuária. Florestas, campos e savanas, com as milhões de espécies que abrigam, estão sendo convertidos em monoculturas e pasto, acabando com sua biodiversidade.

Após o desmate, outras agressões ambientais aprofundam as ameaças aos animais silvestres. Como no caso das queimadas para a limpeza de terras que muitas vezes saem de controle e queimam novas áreas nativas, levando à carbonização, asfixia e queima de ninhos e tocas de milhares de espécies, como araras e lobos-guará, afugentando todos os animais que ali vivem e não é só isso.

Após toda devastação e destruição, vem a contaminação por agrotóxicos em lavouras estabelecidas.

Pressionada por esse conjunto de ações humanas que destroem seus habitats, a fauna silvestre, quando não se vê aprisionada em pequenos fragmentos de mata, é expulsa de seus locais de abrigo e alimentação ou obrigada a se deslocar, ficando exposta a atropelamentos em rodovias, ao tráfico de animais, aos conflitos com humanos, à fome e sede.

De acordo com o CBEE (Centro Brasileiro de Estudos de Ecologia de Estradas), estima-se que 15 animais silvestres morram atropelados por segundo no Brasil... Outros tantos, como antas, tamanduás e lobos-guará, para além dos insetos como abelhas e borboletas, adoecem ou morrem envenenados pelos agrotóxicos.

Fugir de seus lares em busca de sobrevivência faz com que os animais fiquem ainda mais vulneráveis à caça e ao comércio de silvestres, que é outra grande ameaça à fauna, sendo legalizado ou não.

Animais silvestres não nasceram para serem transformados em animais de estimação, tampouco para atenderem ao prazer sádico pela caça esportiva ou para entretenimento e selfies.

Infelizmente, a caça de silvestres no Brasil corre risco de ser legalizada, aumentando ainda mais a pressão que vem ocorrendo nos biomas brasileiros.

Os animais não são produtos para serem comercializados. Não podemos deixar que a nossa fauna seja caçada e comercializada para qualquer finalidade.

Nem prisioneiros nem refugiados

A fauna silvestre precisa de ambientes seguros, saudáveis e com espaço suficiente para existir. Como prevê a Constituição Federal, no artigo 225: é proibido práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem extinção ou que submetam os animais à crueldade.

Para além de suas funções ecológicas, os animais também são seres sencientes, dotados de sentimentos, inteligência e autonomia. Eles são sujeitos de direitos e não objetos, como muitas legislações brasileiras passaram a reconhecer.

Entre seus direitos, está o da liberdade e o de viver plenamente de acordo com seus comportamentos naturais – e não como animais de estimação.

O desmatamento, a agropecuária industrial e o comércio de animais prejudicam o bem-estar animal e têm levado à defaunação, que é a perda de animais silvestres nos seus habitats naturais.

Refaunação já!

Atuamos para que os animais silvestres vivam em seus habitats, livres da exploração comercial e de ameaças, podendo expressar seus comportamentos naturais. Mas não basta apenas interromper a destruição ou restaurar áreas já desmatadas.

É preciso refaunar e trazer de volta os animais para as florestas!

Florestas vazias não conseguem se manter e prosperar de forma saudável. As soluções para isso já existem.

Por isso, defendemos:

Priorizar a restauração de áreas degradadas para corredores ecológicos da fauna, revertendo a fragmentação de habitats e o isolamento das espécies;

Substituir o modelo agroindustrial baseado em monoculturas e agrotóxicos pela agrofloresta e agroecologia, com uso de bioinsumos, para uma convivência mais harmoniosa e saudável da produção de alimentos com a fauna silvestre;

Tornar obrigatório as passagens de fauna nas rodovias brasileiras;

Incentivar e estruturar o turismo de observação de animais nos roteiros de ecoturismo e turismo regenerativo como alternativas econômicas sustentáveis para comunidades locais, sem a exploração comercial das espécies;

Aprimorar as leis brasileiras para que reconheçam os animais como sujeitos de direitos, sencientes e não objetos.

Agronegócio transforma animais como Xamã em vítimas do fogo

As queimadas que devastam o habitat de Xamã e de tantos outros animais são, em grande parte, provocadas pelo agronegócio. A expansão intensiva da agropecuária destrói vastas áreas de floresta e biomas como o Cerrado e a Amazônia para dar lugar a monoculturas, como soja e milho, usados para alimentar animais confinados na pecuária industrial. No Pantanal, o fogo é frequentemente utilizado para limpar áreas e expandir pastagens, mas essas queimadas frequentemente fogem do controle, causando grandes incêndios e dizimando a vida silvestre. Para os animais, esses incêndios significam morte, queimaduras graves, desidratação, asfixia e a perda de seus lares. Filhotes, como foi o caso de Xamã, frequentemente se separam de suas famílias, e muitos não conseguem aprender os comportamentos básicos de sobrevivência, o que complica sua reintegração ao habitat natural.

Onças-pintadas na Amazônia

O Brasil é fundamental para a conservação da onça-pintada, que encontra na Amazônia seu habitat mais extenso e adequado. No entanto, a espécie enfrenta sérias ameaças de extinção devido ao desmatamento e à expansão agrícola. As onças-pintadas são essenciais para o equilíbrio ambiental, pois atuam como bioindicadoras, sensíveis às mudanças em seus habitats. Contudo, a caça ilegal e a fragmentação de suas áreas forçam esses animais a se aproximarem de rodovias e áreas agrícolas, onde muitas vezes são mortos. A história de Xamã é um passo importante para a preservação dessa espécie e para a promoção de novos projetos de reabilitação e conservação na Amazônia.

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A jornada do Xamã é um símbolo de resistência e esperança para nossa vida silvestre! 🌿💚
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